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Fonte: Isaura Daniel, Anba Empresas brasileiras participam da Gulfood Mais de 90 empresas do Brasil vão expor na feira de alimentação de Dubai, que começa no domingo. O objetivo das companhias é estreitar relacionamento com clientes e buscar mais mercado. São Paulo – Mais de 90 empresas do Brasil vão participar como expositoras da Gulfood, feira do setor de alimentação que ocorre em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a partir deste domingo (26). A mostra é o mais importante momento de negócios do segmento no Oriente Médio e as companhias brasileiras participantes querem tanto prospectar novos clientes na região como reforçar o relacionamento com os que já são seus importadores. A Câmara de Comércio Árabe Brasileira e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) terão espaços na Gulfood. O frigorífico Nicolini, produtor de frango, por exemplo, vai participar da feira. A empresa tem nos países árabes o seu principal mercado: vende frangos inteiros congelados sem miúdos (griller) e cortes congelados para Arábia Saudita, Emirados, Omã, Catar, Bahrein, Kuwait, Iêmen, Líbia, Líbano, Iraque e Jordânia. Segundo supervisora de Exportação da Nicolini, Janeiara Balbinot, em 2016 a empresa foi à Gulfood como visitante e esta será sua primeira edição como expositora. O objetivo é ampliar a rede de relações e contatos para ter mais participação no mercado árabe. “Esperamos estreitar as relações com nossos atuais clientes, prospectar oportunidades de negócios e realizar novos contatos comerciais”, afirmou Balbinot à ANBA. A empresa Dom Glutão, produtora de carne bovina, também será expositora na Gulfood. Já fornecedora do mercado árabe, a companhia vende para Líbia, Jordânia, Iraque, Emirados e Palestina. O frigorífico participa pela primeira vez na Gulfood. A meta é alavancar as exportações para os países árabes e assim aumentar seu volume de produção, segundo informações dadas à ANBA pela gerente de Exportações, Yohana Spena. A Fitotrade, consultoria de comércio exterior, participa da Gulfood desde o começo das suas atividades, no início dos anos 1990. De acordo com o sócio gerente da empresa, Rodolfo Gonzales Perez, a Fitotrade tem grandes negócios com Arábia Saudita, Catar, Emirados, Bahrein, Omã e Iraque, entre outros destinos na região e no mundo. As exportações são principalmente de carne de frango, bovina e ovina, além de embutidos e carnes enlatadas. De acordo com Perez, a Gulfood é o maior portal de negócios de carne congelada e enlatada para a empresa atualmente e a principal oportunidade para encontrar os clientes atuais em um mesmo local. “Traz sempre novas oportunidades, une novas empresas e permite negócios inéditos. A expectativa é, e sempre foi, a de buscar e renovar parcerias através da identificação das novas tendências de oferta e demanda de compras”, afirma. A Fitotrade presta serviços para empresas brasileiras na busca de mercados para seus produtos e atende demanda de importadores com sua rede de contatos no Brasil e exterior. A consultoria atua como facilitadora de negócios internacionais, unindo interesses de importadores e exportadores, de acordo com Perez. A SAF – South America Food vai à Gulfood como visitante desde 2011 e será expositora pela primeira vez nesta edição. A empresa atua no comércio internacional com foco em agropecuária, principalmente na proteína animal: bovinos, ovinos, aves e suínos. Ela faz todo o planejamento para a comercialização e produção até a logística e entrega ao importador. A SAF já exporta carnes para Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Líbano e Egito, no mundo árabe, e na Gulfood quer desenvolver novos fornecedores e conhecer melhor o mercado local. O presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun, lembra que a Gulfood é a segunda mais importante feira de alimentos do mundo e nela está representada toda a demanda do mercado árabe, além de outras regiões como Ásia e Europa. Ele afirma que é importante que as empresas se façam presentes na mostra sempre, para vendas imediatas ou para cultivar o relacionamento comercial e vender mais adiante. Além de ter estande na mostra, a Câmara Árabe promoverá um café da manhã para empresas brasileiras participantes da Gulfood no dia 27 de fevereiro, para ajudá-las a conhecer melhor o mercado de alimentos no Golfo. O palestrante será o especialista Vishal Pandey, diretor da Glasgow Consulting Group. Ele vai explicar como funciona o setor de alimentos nos países do Conselho de Cooperação do Golfo e as mudanças pelas quais passa.



Dicas para negociar com os árabes: - Os homens de negócios árabes preferem negociar com alguém conhecido e de confiança, por isso não se assuste se demorar mais tempo do que o usual para fechar uma venda - É comum um árabe convidar um estrangeiro com quem está negociando para comer em sua casa a fim de estreitar o relacionamento - Ao sentar-se, não mostre as solas dos sapatos para um árabe. É sinal de desrespeito - É proibido fotografar instituições militares e mulheres muçulmanas - Não é permitido tomar bebidas alcoólicas em público - Os árabes levam mais em conta a qualidade do que o preço, mas têm o costume de pechinchar - Nos países árabes é bom evitar o uso do azul e do branco no material promocional, porque essas cores remetem à bandeira de Israel - Não estenda a mão para um visitante do sexo feminino. O cumprimento à moda ocidental só é aconselhado se a iniciativa partir da mulher - Fique atento à disposição das pessoas à mesa de reunião, pois a cadeira mais próxima à porta costuma ser reservada para a pessoa mais importante do grupo - Os fabricantes de sapatos devem evitar fotos do produto perto do rosto de uma pessoa, o que é considerado ofensivo - Nas feiras de joias promovidas nos países árabes as mulheres só experimentam as peças se degustarem pequenos pedaços de chocolate


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